Golden 4 Asics SP: Minha Melhor Pior Prova
Publicado por satrijoe em 14/08/2011
No dia 7 de Agosto corri a Golden 4 Asics em São Paulo, aproveitando que já tinha viagem marcada a trabalho. Foi um fim de semana bem movimentado e também bem divertido.
O Dia Anterior
Minha viagem de Miami a São Paulo ocorreu sem problemas mas obviamente cheguei meio baleado depois de 8h naqueles assentos que reclinam meio grau! Arrisquei e fui até o hotel na esperança de terem quartos disponíveis já às 8 da manhã mas me dei mal. Aproveitei para separar os ternos que ia usar e deixei-os na lavanderia para pegá-los na segundona. Depois disso fui reencontrar minhas meninas que não via desde o dia 19 de Junho. Finalmente Don Rodriguez estava aposentado para a temporada 2011! Como a agenda estava apertada, mal tive tempo de tomar banho e saímos para um almoço e assim encontrar nossos afilhados no Raposo Shopping. Uma felicidade poder abraçar os gêmeos que já estão super grandes.
Fui com a minha filha para a Fecomercio onde estava sendo realizada a Expo (feira) da Golden 4 Asics para retirada do kit. Encontrei muitos conhecidos por lá. O bate papo foi tão bom que infelizmente nem tive tempo de sentar para assistir a nenhuma das palestras e atividades programadas pela Asics. A única coisa que fiz questão foi de personalizar minha camiseta com o meu nome. Assim, se for assaltado de novo, o meliante vai ficar fazendo propaganda minha nas ruas! rsrs De qualquer forma, o processo de retirada do kit estava bem organizado e a fila foi rapidinha. Dizem que o almoço de massas oferecido estava gostoso mas como já tinha almoçado antes, não pude comprovar. Só achei que aliar o almoço com as palestras ficou meio ruim pq nem todo mundo estava realmente prestando atenção às palestras. Eu mesmo fiquei lá batendo papo e distraindo o pessoal…
De lá, fui buscar a minha esposa e sogra que estavam na casa de uns amigos que não víamos há tempos. Foi bom para colocar o papo em dia mas também não deu pra ficar muito tempo porque tínhamos a pizzada organizada pelo Colucci, personalidade master das corridas. Como a patroa preferiu ficar em casa para curtir a sua “mãinha”, fui até Cotia deixar a galera para voltar para Pinheiros onde a pizzada estava marcada. Me perdi um pouco até achar a dita cuja e depois mais um tempinho para achar onde parar o carro. Finalmente lá dentro, encontrei a galerinha. Não vou nem tentar mencionar todos que estavam lá pq tenho certeza que vou me esquecer de alguém. Só sei que o papo foi ótimo mas o pessoal da pizzaria não estava preparado para atender tanta gente hehe. Deixei um pessoal gente boa de BH no hotel na rua da Consolação e finalmente voltei para o meu hotel para me instalar e fazer os preparativos para a prova.
Antes da Largada
Como sempre faço, acordei cedo para os meus preparativos Wanderley Cardosísticos. Por sorte este dia o nobre cantor não estava muito a fim de papo comigo, o que foi um alívio. Meu café da manhã foi fraquíssimo. Tomei um suco de uva (em lata) e comi uma barrinha de cereal. Obviamente longe do ideal mas preferi não ficar inventando e despertar a ira de Wanderley. Por acaso mencionei que meu hotel ficava ao lado da largada? Pois é, melhor impossível. Da minha janela eu conseguia ver todo a movimentação do pessoal que vinha chegando para a Ponte Estaiada. Quando finalmente o sol raiou e a movimentação já estava maior, fui para a largada. Ainda passei na recepção para pregar a identificação na sacola que ia deixar no guarda-volumes. Como nem fita durex estava adiantando, acabei grampeando o número na sacola.
Em 5 min eu já estava no base da ponte. E lá encontrei 2 celebridades do mundo corrísitico-bloguístico: Fábio Namiuti e Guilherme Maio. Jogamos uma boa conversa fora (Guilherme, o plano da Space Coast Marathon continua de pé!) e também tive a sorte de conhecer o Leonardo Nista, outro blogueiro-corredor muito ativo lá de Campinas. Confesso que não estava muito preocupado com o aquecimento. Como minha prioridade era terminar a prova, ia usar os primeiros quilômetros como aquecimento. Na subida para a largada ainda reconheci o Valter Ide com quem tenho um amigo de trabalho em comum e já tinha trocado ideias sobre corridas. Entrei na minha baia (6:30-7:00/km) que inclusive escolhi na própria Expo, já que originalmente tinha escolhido a dos 5:00-5:30, nos remotos idos de Março quando tinha a ilusão de que ia tentar repetir meu melhor tempo. Lá na frente, encontrei a Alessandra Vanini com quem tinha conversado na pizzada da noite anterior e que estava lá para sua 1a. meia. Como ela estava correndo sozinha e ia num ritmo bem tranquilo, me ofereci para acompanhá-la. Seria a minha salvação!
A corrida
Como é de costume para quem larga lá atrás os primeiros metros até cruzar o pórtico de largada são de caminhada. Foram 3’42″ de caminhada para ser mais exato. Muito bom começar com uma descidinha, só relaxando o corpo. Nenhum problema com a dispersão. Já na base da ponte entramos na Marginal Pinheiros no contra-fluxo dos carros e com várias faixas à nossa disposição. Apesar de ser um percurso plano logo encontramos uma pequena subidinha nas proximidades do Shopping Cidade Jardim (aquele que já foi assaltado várias vezes…), mas que foi vencida com facilidade. O plano da Alessandra era fazer os primeiros 6 kms em 6’40″/km e depois entrar no ritmo alvo de 6’30″.

Só no primeiro km o meu GPS apitou próximo à placa de quilometragem da organização. Nos seguintes, ele foi sempre mais apressadinho, inclusive mais que o Garmin da Alessandra. É algo que vai me atrapalhar no futuro mas não esquentei nesta prova. Mas voltando à prova, nas proximidades da Ponte Eng. Ary Torres, que dá acesso à avenida dos Bandeirantes, escuto meu nome. Era o Danilo Friolani acompanhado pela Karina Taques que vinham em ritmo mais rápido e nos ultrapassaram. Até falei para a Alessandra que podíamos usá-los como coelhos mas logo se distanciaram. Algo me dizia que não seria a última vez que os veríamos.
Já estávamos correndo ao lado do muro do Jóquei Clube quando fomos alcançados pelo trio composto por Renata Moretti, Flavia Cabral e Guga Kamei. A Renata já tinha feito 9km já que sua intenção era cumprir os 30km da sua planilha, rumo à sua primeira maratona em Buenos Aires. Gostei de ver sua disciplina! Infelizmente logo depois vimos uma cena muito triste. Um corredor estava estirado no chão lá pelo km 4, já rodeado por outros. Mais tarde fiquei sabendo que ela havia sofrido uma parada cardíaca mas tinha sido reanimado. Pelo que fiquei sabendo graças a Deus ele se encontra fora de perigo.
Como já havia várias pessoas tentando prestar socorro, segui adiante já que eu não era a pessoa mais indicada para ajudar (fico sem saber o que fazer nessas horas). Esse momento de tristeza foi logo apagado quando vi minha família no canteiro central da avenida gritando por mim. Foi uma injeção de ânimo. Ia ter que dar um jeito de terminar a prova, independente da fraca preparação.
Ao final da Avenida do Jóquei entramos em um túnel que foi vencido com facilidade mas estava claro que não seria tão fácil no retorno já que estaria bem no final da prova, quando o corpo estaria em condições bem mais precárias. Mas um problema de cada vez… Fomos neste grupo maior num papo descontraído até o km 6 quando minha parceira de prova declarou: “Precisamos ir mais rápido”. Desculpei-me com o trio de corredoras poderosas e apertamos um pouco o passo. Vale mencionar que a hidratação na prova foi perfeita: água e isotônico a cada 3 km com fartura. Apesar de não ser meu costume, segui o exemplo da Alessandra e me hidratei em todos os postos. Também tenho que reconhecer que o staff durante a prova foi nota 10, sempre incentivando os corredores. Mesmo aqueles que não eram muito felizes com a escolha das palavras como aquele que soltou “É isso aí, pessoal. Devagar e sempre!” kkk Mas para quem estava ostentando a camiseta “Pangaré com orgulho” da Vamos Correndo, eu tive que aceitar o comentário…
Neste ponto já estávamos dentro da USP, território super conhecido pelos corredores de SP, local onde estudei e que me traz boas recordações. Lá, o percurso era cheio de idas e vindas. Por conta disso, tínhamos a oportunidade de ver os que estavam à nossa frente e os que estavam atrás. Pouco a pouco estávamos abrindo das garotas poderosas e da mesma forma o Danilo estava aumentando a distância, apesar que sua fisionomia ia ficando cada vez mais pesada a cada vez que nos cruzávamos. Numa dessas idas e vindas, escutei meu nome duas vezes. Confesso que não reconheci quem era mas me senti super-popular! E nesse meio tempo, vimos os líderes já retornando. Como esse pessoal corre rápido!
Finalmente saímos da USP e entramos na Avenida Escola Politécnica. Lá entendi porque os corredores odeiam esse trecho. Ele é deserto, quase não tem sombras e parece interminável. Já havíamos passado a metade da prova e o sol tinha dado o ar de sua graça. Pra dizer a verdade, o sol pouco me afetou. Pra quem está treinando no verão da Flórida, aquilo foi fichinha. A partir do km 12, comecei a me hidratar menos porque já estava sentindo que a minha bexiga estava se enchendo e aproveitei para esfriar a cabeça e o pescoço.
Fiquei meio preocupado com o grampo de retorno que era em subida mas que foi vencido sem maiores problemas. O retorno em si foi mais rápido e logo entramos na avenida da raia olímpica, mais uma vez dentro da USP. Dali para frente seria quase uma reta só em direção à linha de chegada. Apesar de não estar sentindo o calor, as sombras da avenida da Raia foram benvindas. Durante o percurso, fui perguntando à Alessandra se estava bem e vi que ela estava bem preparada e que tinha um bom plano de corrida. Seu maior longão tinha sido de 18km. De minha parte tinha comentado que não tinha feito nada acima de 15km e que estava preocupado por isso. Sua resposta foi: “Mas vc já fez uma maratona. Tem lastro pra encarar uma meia mesmo sem ter feito uma boa preparação.” Aquilo me deu um certo ânimo. Não tinha certeza se a coisa funcionava daquela forma mas como eu estava me sentido bem, assumi que era verdade e fui só pensando que iria acompanhá-la até o final.
Assim como o amigo Guilherme Maio tinha feito comigo na minha primeira (e única) São Silvestre, fui falando para a Alessandra que a partir dali cada km era um vitória. A analogia dela era que 3km era uma volta pelo Parque do Ibirapuera. Foi por ali que o nosso coelho Danilo reapareceu na nossa alça de mira. Claramente estava sentindo cansaço e foi ultrapassado sem misericórdia (depois fiquei sabendo que ele fez uma prova de recuperação e melhorou seu RP – Boa Títchâr!). Na última checagem que fiz com a Alessandra ela confirmou que estava bem mas um pouco cansada. O próximo objetivo a ser vencido era o túnel final. Na descidinha do túnel relaxei o corpo, soltando os braços e deixando a gravidade me levar para baixo. Para vencer a subida não havia melhor incentivo. Lá no final, estava a placa do km 20. E nessa subida ultrapassamos vários corredores que vinham caminhando. Nada melhor pro ego vc estar “inteiro” no final de uma prova.
O quilômetro final passou muito rápido. Logo já estávamos adentrando no jóquei clube. Na reta final encontramos os amigos Eduardo e Anderson que estavam lá de fotógrafos e para a minha surpresa a Alessandra tinha guardado um sprint final. Não sei se foi o fato de ter escutado seu nome pelos alto-falantes alardeando palavras de incentivo do maridão mas o fato é de que ela foi com tudo pro final. Fui na minha tocada e cheguei 3s depois em 2h17’51″. Foi o meu pior tempo em meias (em torno de 26 min mais lento que o meu melhor tempo) mas foi uma das provas em que me senti mais satisfeito. Na noite anterior até vislumbrei uma potencial desistência. Tinha pensado até onde iria cruzar a pista e criar um atalho. Terminar inteiro, independente do tempo, foi uma grande vitória. Foi o incentivo que eu estava precisando para retomar bem os treinos para o próximo desafio: minha 2a. maratona.
Agradeço ao incentivo de todos e se não ficou claro aqui no relato, deixo a minha recomendação que participem desse circuito (ainda haverá mais uma etapa em Brasília este ano e entendo que ano que vem teremos mais provas).
Resumo da Peleja
Número de Peito (bib): 3313
Tempo Bruto: 2h21’32″
Tempo Líquido: 2h17’51″
Colocação: 2171 de 2393 (masculino), 710 de ??? (40 a 49 anos)













Fábio Namiuti disse
Bravo, Shigueo! Concordo totalmente e só não assino embaixo porque tô sem scanner, hehehe… A sensação de chegar bem, qualquer que seja o tempo marcado no relógio, é impagável. Parabéns por mais uma meia completada, satisfação em te reencontrar por lá. E sucesso na próxima empreitada, sua segunda maratona.
Abração!
satrijoe disse
Valeu Fabião! Na próxima oportunidade, vou tentar chegar mais perto de você! hehe
Boa sorte também nas próximas provas. Já vi no teu calendário que tem prova pra dedeu!
Abs, Shigueo
xampa disse
Muito bom curtir a prova.
Abs!!!!!
satrijoe disse
Nem me fale. Recuperar o prazer por alguma atividade é algo inenarrável. Muito bom quando coisas boas acontecem nas nossas vidas, né não?
Abs,
Shigueo
Alessandro Santos Silva disse
Olá Shigueo,
O melhor da prova foi encontrar os amigos, seja de medalha ou gravata. OK, gravata foi nos dias seguintes.
Abraços e até a próxima oportunidade!
Alessandro
http://blog42195.blogspot.com/
@alesilvabr
satrijoe disse
Com certeza. As provas e as gravatas ficam, as amizades continuam!
Abs,
Shigueo
Fabi disse
=) essa prova foi realmente muito especial pra mim,obrigada pela mensagem adorei o relato encontrei a Alê na Fecomercio e ela estava feliz pela estréia que foi ótima por sinal
Bons Kms
Fabi =)
satrijoe disse
Valeu Fabi. Não deu pra te alcançar, tava rápida demais! hehe
Até a próxima!
Guilherme Maio disse
Parabéns, Shigueo!
Que relato bacana, alto astral e cativante!
Valeu pelas citações e espero lhe aborrecer pessoalmente aí na Florida em novembro.
Uma boa semana para você e bons treinos.
Ass.: Guilherme.
satrijoe disse
Que bom que vc gostou. Estou seguindo teu exemplo! Espero poder compartilhar teus ensinamentos e solidariedade com outros.
Space Coast, segura a invasão brazuca! Hehe
Boa semana pra vc tb!
Augusto disse
Grande Shigueo! A prova foi realmente sensacional. Pena que não consegui fazer meu sonhado sub 2h, mas também tenho de confessar que negligenciei demais os treinos. Mas valeu. Uma ótima oportunidade de rever os amigos e ver que esta carcaça pesada ainda dá um caldo nas meias…rs
satrijoe disse
É questão de tempo Esse sub-2h. Tenho certeza que essa carcaça ainda vai render muito. Treine e verás. Como diria o tio Barack: Yes, you can.
Abraçón!
Walter Barbosa disse
Relato muito bacana Shigueo, um dia ainda vou me empenhar para fazer posts tão legais assim, quanto a prova, nada mais legal que correr por correr, sem ser escravo de relógio. Valeu um abraço.
satrijoe disse
Valeu Walter. Mas não se menospreze não. Seu relato da Maratona de SP foi um dos que mais me emocionou e inspirou a fazer a maratona e escrever meu blog.
Estou na torcida por uma excelente maratona em Londrina!
Nishi disse
Shigueo, odeio a Politécnica! Odeio, odeio, odeio! E tenho dito!!!!
satrijoe disse
Sendo assim: Eu tb, eu tb, eu tb! E seja o Benedito!
Antonio Colucci disse
Legal Shigueo!
Super bem acompanhado desde a chegada no Brasil até o fim da prova! #aisim
Legal te encontrar e pena não ter tido mais tempo para prosear.
Abraço
Colucci
@antoniocolucci
A Pizza era para ser no máximo 20 pessoas, tinha mais de 50. Falhou, mas deu certo!
satrijoe disse
Foi uma pena mesmo Colucci mas sei como é essa vida de anfitrião! hehe
Sempre bom rever os amigos antigos e conhecer novos. A comida é o de menos não é mesmo?
Bons treinos até o próximo desafio.
Abs, Shigueo
Mayumi disse
Oi, Shigueo! Obrigada pelo comentário!
E parabéns por mais uma prova completada! Realmente, a Av. Politécnica é bem difícil de correr, principalmente no calor! Não tem árvores!
Eu não estive nessa prova porque a meia de Asunción foi no mesmo dia! E o mestre Branca disse que era para eu ir experimentar uma prova diferente! Rs. Quase fui atropelada no meio da prova, mas tudo bem! Kkkkk.
Até mais! Bons treinos!
satrijoe disse
Oi Mayumi. Vi que a organização lá em Assunción não conseguiu bloquear todas as ruas… Que perigo hein!
Espero que vc tenha curtido a prova, muito legal conhecer um país novo através da corrida. (imaginando que tenha sido sua primeira visita…)
Não deixe de contar suas novidades! Teus posts e comentários sempre são de dar risada!
Ogenkidene!
Leonardo Nista disse
Fala Shigueo!!!
Essa prova foi realmente demais!!!
Valeu cada segundo, cada metros dos 21k.
Melhor ainda do que correr é reencontrar os amigos e conhecer, pessoalmente, aqueles que ainda eram apenas avatar no TW ou FB!
Valeu pela citação no seu blog!
Parabéns pelo relato e pela prova!
Abraços e vamo que vamo
Leonardo Nista
http://www.CorroPorCorrer.com.br
@leonista
satrijoe disse
Como diria o Jorge: Os amigos que saíram do virtual e passaram para o real! (ainda bem que não são os que saíram do armário! kkk)
Parabéns pela tua prova tb. Daqui a pouco já está no pelotão Quênia!
Vamukivamu.
Abraços!
Dani disse
Oi Shigueo,
Queria muito participar de uma prova dessa, mas infelizmente ainda não tem em Curitiba. Espero que ano que vem eles venham pra cá, pois estamos carentes de uma prova bem organizada e badalada.
Parabéns pela prova e pra quem está sem treino foi muito bem. Eu com treino não fiz esse tempo na meia de Foz….rs. Tá bom, pra variar foi culpa do Wanderlei Cardoso que apareceu no meio da prova e tive que ir ao banheiro e deixei o cronômetro ligado.
Descobri que prefiro as provas noturnas. Assim não corro o risco de uma visita inesperada…rs.
Bjos,
Dani
correndoemagrecendo.blogspot.com
satrijoe disse
Pelo que eu li em alguns comentários a Asics pretende ampliar para mais cidades no ano que vem e quero crer que Curitiba é séria candidata.
Foz do Iguaçu foi um percurso muito mais difícil que o de SP. Vc tem muito crédito, ainda mais com a interrupção indesejada.
Sobre a prova noturna, não tinha visto sob o prisma de exorcizar o Wanderley. Boa essa!
Valeu pela visita!