Odômetro Ligado

Corridas, esportes, família e o que mais der na telha!

Lançamento da Atlantis & Campo Rural

Publicado por satrijoe em 19/11/2009

Como relatei no post anterior, meu fim de semana não foi só de corrida. Aproveitei pra fazer um belo de um passeio.

Campo Rural

Já estava em Orlando a trabalho (é sério, viu!) durante a semana. A família chegou na 6a. feira no final do dia. No sábado, a patroa programou uma atividade bucólica. Fomos para uma fazenda pertinho da Disney que tinha diversas árvores de frutos cítricos. Os interessados vão lá e colhem o que querem pagando $10 por um saco pequeno (algo em torno de 10kg) ou $20 pelo grande (aproximadamente 20kg). Ficamos andando com um carrinho aberto pra não ter que carregar o saco no braço e obviamente a pimpolha aproveitou pra ser rebocada no carrinhom, no melhor estilo dondoca… Foi um passeio diferente. Pra quem estiver interessado, segue o link: http://www.showcaseofcitrus.com/

De lá, fomos para o parque estadual Lake Louisa lá por perto e fizemos um mini-picnic com direito a sanduíche “estilo natural” que tínhamos comprado antes da “colheita” das laranjas. O parque é muito bem cuidado e está entre os 25 melhores parques para trilhas nos EUA, além de estar bem preparado para pesca e passeios a cavalo. Como o objetivo era só relaxar, não fizemos nenhuma trilha mas ficou aquela vontade de voltar e explorar melhorar o parque.

No Domingo, fomos para o parque Hollywood Studios da Disney, aproveitando que na última viagem tínhamos comprado ingressos para 3 dias e restava um dia para ser usado. O ponto alto foi ter arrastado a patroa pra andar no Rock’n'Roller Coaster do Aerosmith, já que ela tem pavor de montanha russa. Saiu tremendo que nem vara verde e quase rouca de tanto gritar (mas no fundo, bem no fundo, acho que ela gostou! huahuahua).

Lançamento da Atlantis

Segunda Feira, dia 17 era o grande dia. O lançamento da nave espacial Atlantis estava marcada para as 14:38 (horário local).  Como já conhecíamos o Kennedy Space Center (KSC), localizado no Cabo Canaveral, decidimos não ir pra lá. Na verdade, parece que existe um ingresso especial que te dá direito a assistir ao lançamento de um lugar privilegiado, mas infelizmente já estava esgotado. Sendo assim, as opções eram assistir ao lançamento de Titusville ou Cocoa Beach, 2 cidades próximas. Optamos pela primeira.

Titusville fica a 1h de carro de Orlando. Teoricamente não era difícil chegar mas, no meio do caminho, o GPS do carro morreu pq o fuzível do acendedor de cigarros queimou. Momentos de apreensão. Apelamos pro Sto. Google Maps no celular e chegamos no Space View Park (nome bem sugestivo), às 10:30. E rumando a Titusville, o céu estava fechado. Estávamos acompanhando o facebook do KSC (pois é, a NASA tb está ligada na nisso!) e a atualização era de que existia 70% de chance do tempo permitir o lançamento (no dia anterior era 90%). Mais tensão. Estacionamos num gramado em frente ao parque, onde o suposto dono cobrava $10. Pagamos pela comodidade.

O pessoal mais “pró” já estava instalado, com suas cadeiras de praia, tripés, binóculos e afins. Como ainda faltavam 4h, fui correndo até uma loja de conveniência/fármacia que ficava a 2 quarteirões de lá, e comprei 3 cadeiras de praia pra gente. Assim, “demarcamos” nosso território. A dificuldade seguinte foi identificar a plataforma de lançamento. Eram 15 milhas de distância. A conversa era mais ou menos assim: 

“É aquela estrutura que tem as luzes em volta piscando?”

“Não, aquelas luzes são dos para-raios. Aquela plataforma não é pra lançamento”

“Tá vendo aquela mancha grande escura?”

“Tô!”

“Do lado esquerdo daquela mancha, tem duas estruturas. A maior é a Atlantis!” 

Resolvido este “pequeno” detalhe, a patroa foi comprar um hamburguer no Burger King da esquina. Demorou pq a fila já estava na rua. E realmente, o lugar começou a ficar cheio. Enquanto isso, o facebook dizia que os astronautas já estavam dentro da nave, faltando 2h pro lançamento. Fiquei pensando “E se bater a vontade de conversar com o Wanderley? Será que tem cordinha pra puxar? Será que tem pinico embutido no traje espacial? Será que eles usam rolha?” Pra mim, questões essenciais. Sem isso esclarecido, eu não me inscreveria num programa de astronautas.

De vez em quando sobrevoava um helicóptero. O entendido da esquerda esclarece: “É da guarda-costeira. Estão fiscalizando.” O pessoal tb fica tenso pq um cara numa lancha estaciona no meio do rio, um pouco à esquerda do nosso campo visual. Se ele resolvesse mudar de local, não duvido que alguém lançasse um míssil pra arrancar o cara de lá. Tinha de tudo um pouco. Obviamente todos curiosos, mas alguns fanáticos (ou seria lunáticos), outros de passagem e alguns que se diziam veteranos de testemunharem lançamentos.

Faltando 30 min, um fato inesperado. O tempo, até então semi- encoberto, começa a abrir e se forma um buraco azulzão no céu. Perfeito! O pessoal da barraquinha de camisetas, bonés e chaveirinhos tem alto-falantes que estão sintonizados na rádio da Nasa. A transmissão confirma que todos os sistemas estão “GO!”. Já nesta altura do campeonato, o parque está  praticamente intransitável tamanha a quantidade de gente.  Mesmo assim, os “espertoman” aparecem e dão um jeito de pular os arbustos que dividem o parque do rio e se instalam por lá. Como era uma baixada rochosa, não estavam atrapalhando e ninguém reclamou (a não ser aqueles que tiveram seus cobertores e toalhas pisoteados).

Faltam 10 min. 5 min. 2 min. Inicia a contagem regressiva pelo rádio. Começamos a ver a fumaça dos motores (eles são acionados antes da contagem chegar ao zero). E de repente aparece uma bola de fogo. Eu estava achando que não ia ver muita coisa, pela distância que estávamos. Mas a bola de fogo era muito intensa. E a nuvem de fumaça que se formou era mais impressionante ainda. E a galera começa a gritar em êxtase. Mas o que mais me impressionou foi o momento em que o som chegou (lembra daquela história do clarão do raio chegar antes do barulho do trovão?, pois é). Foi um estrondo enorme e parecia que vinha acompanhado de uma onda de choque. Mais gritaria da galera. Nesse ponto, a Atlantis começou a fazer uma curva (seria ilusão de ótica?) e se escondeu atrás de algumas nuvens, mas mesmo assim pudemos ver a separação dos tanques de combustível.

O lançamento em si durou pouquíssimo, coisa de um ou dois minutos e a única coisa que ficou foi  a trilha de fumaça no céu. Mas a expectativa que se criou e a vibração do pessoal assistindo foi digna de uma final olímpica dos 100m rasos. Infelizmente no vídeo quase não dá pra ouvir o som dos motores, mas em compensação o que se houve de máquina fotográfica clicando é uma enormidade! rs

Espero que a minha filha guarde essa memória pra contar pras próximas gerações que ela já presenciou um lançamento. E o fato mais relevante é que os ônibus espaciais serão aposentados no ano que vem. Logo, poucos ainda terão a chance de ver um lançamento como este. Ficamos satisfeitos com a experiência e quem sabe retornemos pra ver o próximo lançamento mais de perto.

Fotos:

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10K Founder’s Day: Nem Perto do Objetivo Original

Publicado por satrijoe em 17/11/2009

Vou ter que dividir o relato deste fim de semana em dois. Este para relatar os acontecimentos pedestrianísticos e o outro para o lado turismo da coisa.

O meio da semana foi outra vez um desastre. Estava em um evento acompanhando um cliente e, mais uma vez, não consegui treinar nada durante a viagem. Saí pra jantar todos os dias com o cliente e aproveitava as manhãs pra tentar colocar os e-mails em ordem já que durante o dia não tinha como abrir o computador.

Sobrou o Sábado. Aproveitei pra fazer um treino de reconhecimento do percurso que ia fazer na prova dos 10K do dia seguinte. Por sorte (talvez nem tanto), o hotel que a patroa escolheu pra gente ficar era muito perto do início do percurso e não tive que pegar o carro pra ir até lá. Percurso plano, super-agradável passando por uma área residencial muito bonita e tb pelo charmoso centro da cidade de Celebration. Acabei fazendo 9km, indo totalmente na direção oposta à corrida anterior quando não corri nada no dia anterior. No resto do dia, fizemos um passeio agradável (tb vou relatar no outro post)  que serviu pra relaxar o corpo e a mente.

No dia seguinte, a retirada dos kits começava às 6 da manhã. Acordei às 5 e fui pro meu ritual de diálogo com o Wanderley. Senti que seria um dia daqueles. Depois de várias conversas, pus um agasalho já que estava fazendo um friozinho e fui trotando até o local da largada. Já na metade do caminho, percebi a burrada. Tinha esquecido de colocar a cinta do frequencímetro/GPS. Como tinha tempo, decidi pegar meu kit e voltar pro hotel. A retirada do kit foi super-tranquila (listagem pra verificar o número do peito, entrega sem fila, staff amigável). Voltei pro hotel caminhando/trotando (ia servir de aquecimento) pra pegar a cinta e deixar o agasalho no quarto. Aproveitei pra ter o meu último bate-papo com o Wanderley antes da corrida e assim evitar de usar os pouco convidativos banheiros químicos. Quando terminei, vi que a patroa tinha esquecido de colocar o alarme. Acordei-”lha” pra avisar que estava saindo e tomei bronca porque tinha que ter avisado antes…

Saí pela segunda vez do hotel lá pelas 7 (a corrida iniciava às 7:30) e logo nos primeiros 100m deu vontade de falar com o Wanderley outra vez. ”Pô, meu. Acabei de conversar contigo. Já acabou o assunto!!!”. Decidi trotar até o ponto da largada e usar os malditos toiletes portáteis. Nessa brincadeira já tinha feito 4km de aquecimento (medidos pelo mapmyrun)!!! Chegando lá, já havia intermináveis filas pra usar os ditos cujos. Como eu já estava vacinado da corrida anterior, nem fui pra fila. Fiquei mentalizando que eu ia ter que me segurar. Fiquei fingindo de alongar nos minutos que antecederam a largada, mas estava mesmo era pensando numa rolha. Ai, ai…

Quando chamaram os corredores pra alinhar, fiz umas continhas (já que as placas estavam em min/milha) e decidi ficar na baia de 7min/mi apesar de saber que meu objetivo estava para 8:40-8:50 min/mi (5:30 min/km ou seja 55 min pros 10k). Mas como eu pretendia fazer o primeiro km abaixo de 5 min, achei que dava pra me garantir por lá. Hino tocado (não teve nenhum cantor desta vez), foi dada a partida.

Antes do primeiro km, um monte de gente me passou e confesso que fiquei preocupado, achando que tinha me cansado com os diversos “aquecimentos” e que meu ritmo estava fraco. Qual não foi minha surpresa quando o Garmin informa 4:47 no km1. Como estava me sentindo bem, segui no mesmo ritmo e fui assim nos 2 km seguintes. Fiquei bem animado, já que estava conseguindo criar uma boa folga pra poder compensar a queda de ritmo que eu sabia que viria mais tarde. Já no km 3 eu tinha encontrado um grupo de coelhos. Na verdade, não corriam juntos mas estavam mais ou menos no mesmo ritmo e aproveitei pra acompanhá-los. No km 4, veio a queda: 5:06 min/km. Nada mal. Achei que tinha diminuido bastante e na verdade ainda estava fazendo 5 min baixo. Fechei os 5k em 24:42 meu recorde pessoal (na verdade, eu não sabia qual tinha sido o tempo acumulado, mas pelas parciais eu sabia que tinha feito abaixo de 25 min). Nesse meio tempo já tinha visto o relógio com o tempo oficial da organização e tinha concluído que meu garmin já estava defasado com relação à distância (lá pela milha 3, já estava com uma diferença de pelo menos 100m). Não foi surpresa pois tinha acontecido a mesma coisa na corrida anterior.

Foi nessa hora que me dei conta que, a menos que eu tivesse alguma lesão, os sub 55 já estavam no papo. Veio então aquela esperança de chegar nos sub 50. Chegou até a bater um medo de quebrar, mas logo tirei esse pensamento negativo da cabeça e pensei: ”Vamu ki dá!”.  Perto do km 6, vi uma corredora diminuir o passo e caminhar. Pensei até em falar alguma coisa tipo “não pare”, mas acabou não saindo nada. Um pouco mais adiante, tinha um posto de hidratação e vi uma outra corredora caminhando. Pensei outra vez em falar algo, mas como ela estava tomando água, achei que não era necessário. Fiz bem, pq logo em seguida ela me passou e me despachou.

Na 2a. metade da prova, usei 2 corredoras como coelhas. Cheguei a emparelhar com elas mas no geral ficava a uns 10-20m atrás.  Quando entramos no km final, decidi apertar o ritmo e deixei uma das minhas coelhas pra trás. Eu estava de olho no meu (novo) objetivo de fechar sub 50min. Não é que essa coelha se enfezou e me passou de volta faltando uns 500m e eu não consegui mais alcançá-la? Kekeissu! rs Mas na verdade, minha briga era contra o relógio. O Garmin apitou 10km e eu ainda estava abaixo dos 50 min mas a chegada oficial ainda estava longe. Tentei forçar um pouco mais no final mas não foi o suficiente. Qdo estava pra cruzar a linha de chegada a locutora fala o meu nome (sem errar!),  olho pro cronômetro oficial e vejo um tempo inacreditável pra mim, 50:33 (na verdade o tempo bruto oficial foi de 50:34). A distância aferida pelo Garmin foi de 10.190m, quase 2% de erro.

Logo depois de cruzar a chegada e receber a minha medalha, encontrei as minhas incentivadoras cativas. A primeira pergunta foi: “O que aconteceu? Pegou algum atalho?” Sinceramente, não tinha (e continuo não tendo) uma boa explicação. Devia ter acontecido o contrário, afinal não tinha treinado nada durante a semana, tinha comido além dos limites, tinha corrido demais na véspera, tinha aquecido demais (se é que isso existe) e ainda estava com o pensamento fixo no #2 antes da largada. Era pra ter dado tudo errado, mas deu tudo certo. O que dizer? Obrigado Senhor, por ter completado mais uma prova sem me lesionar e por ter me dado a oportunidade de fazer um ótimo tempo. Apesar da medalhinha ser bem chumbreguinha (as informações sobre a corrida estão numa etiqueta que foram coladas à uma medalha genérica), vou guardá-la com carinho!

Fato curioso 1: Uma coisa que me ajudou na primeira metade da prova foi um corredor que parece que tinha sido contratado pela organização pra filmar os outros corredores. Ele corria, parava e filmava a galera. Ele me passou umas 3 ou 4 vezes e toda hora eu o via me filmando. Isso ajudou a me distrair um pouco. Acho que vão tentar me  empurrar um monte de vídeos! rs

Fato Curioso 2: Como comentei, a corrida passou por uma área residencial. Em um certo trecho, vi uma velhinha de seus 70 anos, dirigindo em sentido contrário ao dos corredores. Conhecendo a organização destas corridas, imagino que os residentes da cidade tinham recebido notificação sobre a corrida e etc. De qualquer jeito, ela estava lá dirigindo e, como conheço a destreza e rapidez nos reflexos da 3a. idade americana ao volante, pensei cá comigo: “Ai que perigo!”

Fato Curioso 3: Pela primeira vez participo de uma corrida que teve mais mulheres que homens (530 mulheres vs. 496 homens concluintes). (Pós-edição: Minto. Na corrida anterior tb havia mais mulheres: 1567 vs. 2448).

Resultado Oficial:

Número de Peito (bib): 982
Tempo Bruto: 50:34
Tempo Líquido: 50:24
Colocação: 255 de 1026 (total), 196 de 496 (masculino), 28 de 68 (40 a 44 anos)

Fotos:

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Sobre a Campanha de Apoio ao Jorge

Publicado por satrijoe em 16/11/2009

Pessoal,

pedi esclarecimento ao pessoal da ativo. com pelo twitter e recebi a resposta abaixo:

“@ativocom Ainda não entendi como posso apoiar um candidato. Msg por e-mail? Qual e-mail? Obrigado.”

ativocom  @satrijoe Pelo Twitter ou postando um video no YouTube.”

Taí galera, YouTube ou Twitter.

Estava pensando no seguinte. Que tal se vcs colocarem suas mensagens de apoio aqui mesmo e eu dou um jeito de converter isso num vídeo pra colocar no youtube? Obviamente, pra quem souber/puder fazer isso, sem problemas!

Fica a sugestão então.

Abraços!

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Vamos Apoiar um Amigo!!!

Publicado por satrijoe em 09/11/2009

Jorge Ultramaratonista (dir) e seu colega Eduardo.

Jorge Ultramaratonista (dir) e seu colega Eduardo.

Pessoal,

Comunidade da blogsfera: Uni-vos!

O site Ativo.com está organizando a 5a. edição do “O ativo.com vai patrocinar você by Forten”. A ideia é simples: Ser patrocinado por um ano. O artigo com mais detalhes está aqui: http://www.ativo.com/Esportes/Pages/5edicaodoprojetodepatrociniodoativocom.aspx

Lendo esse artigo, não tive dúvidas em quem seria o candidato: Jorge Cerqueira, o ultramaratonista. Passei a dica e ele se inscreveu.

Sendo assim, gostaria de pedir que se juntem a mim, nesta corrente de apoio à candidatura do Jorge. Pode ser por:

Desse pouco tempo que eu “conheço” o Jorge, posso listar algumas cositas que me impressionam no Jorge:
-Leva as corridas a sério e treina muuuuuito
-Já tem no currículo a façanha de acompanhar os ultra-maratonistas Márcio Villar e o Dean Karnazes
-Sempre abocanha um pódio em alguma competição, mostrando que os treinos dão resultado
-Tem uma consciência ecológica tremenda
e pra mim o mais importante
-Tem um coração de ouro e está sempre disposto a ajudar aqueles precisam, sem contar a legião de amigos que já fez com a sua simpatia e bom caráter

Pra quem quer conhecer mais do conjunto da obra do super Jorge, seu blog é o http://jmaratona.blogspot.com/.

Valeu galera!!!

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Semana que Promete

Publicado por satrijoe em 09/11/2009

Conforme narrado no post anterior, a semana passada foi um lixo com relação aos treinos. Não fiz nada nos dias que estive fora. Pelo menos consegui fazer o longão que estava programado e fechei os 18km. Terminei me arrastando de novo, mas olhando pelo lado bom:
-Aumentei 1km e já estou perto do objetivo de estabilizar nos 20km por algum tempo nos longões
-Inauguraram um pontilhão que passo sobre uma estrada aqui perto de casa e agora tenho uma opção pra treinar subidas (já fiz este longão nela)
-Testei um shot gel de carboidratos da Cliff Bar, sabor Apple Pie e posso dizer que é horrível! rs Não sei se é pq não estou muito acostumado, mas achei muito doce. Esse eu tomei, sem parar de correr, lá pelo km 7. Qdo abri o km 14, caminhei um pouco e provei um Gel Blast da PowerBar sabor lima limão, muito mais encarável mas esse era do tipo mastigável.

(Pós-edição: Faltou comentar que no Sábado, joguei 3 horas de tênis entre simples e duplas. Acho que foi um bom cross training).

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Acabei de me inscrever em um 10K pra esse próximo fim de semana. Prova razoavelmente pequena (ano passado completaram 905 pessoas), acho que tem potencial pra eu conseguir cumprir a meta dos 55 min. Já está incluída no meu calendário de provas.
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Tem chance de rolar um TTP muito especial, mais Turismo que Treino diga-se a verdade. Se tudo der certo, estou antecipando fotos “duca”. Fiquem ligados.
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É isso aí, provavelmente não vou ter tempo pra postar durante a semana. Bons treinos a todos e parabéns pra quem participou do Fila Night Run (mais balada que corrida…) e do Ayrton Senna Racing Day.

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Don Rodriguez: O Vendedor da Barsa

Publicado por satrijoe em 06/11/2009

Barsa
Pra quem não conhece Don Rodriguez, recomendo a leitura destes posts para entender do que estou falando:

O ofício de Don Rodriguez é vendedor das antigas enciclopédias Barsa. Esta semana ele foi escalado pra viajar já que três clientes confirmaram que poderiam recebê-lo. Don Rodriguez foi todo animado. São clientes que até hoje não compraram nada dele mas com diz o velho “deitado”: Água mole em pedra dura, não faz nem cosquinha na pedra.

Apesar de preferir levar somente bagagem de mão nestas viagens de curta duração, Don Rodriguez fez questão de levar seu kit de treino pra poder correr como fez em outras oportunidades. Check-in feito, todos os passageiros à bordo, simbora meu povo! O avião deixa o terminal…. mas pára.

Piloto: “Tivemos um problema técnico e vamos ter que retornar ao terminal”

Meia hora depois: “Era um coisa simples aqui na cabine, a equipe de manutenção já fez o reparo e vamos partir”. Deixamos o terminal outra vez e… outra vez pára: “Pelo visto o buraco era mais embaixo (na verdade o piloto foi um pouco mais técnico), vamos ter que retornar outra vez”.

Mais UMA hora se passa: “Uma das turbinas não quer ‘pegar’. Vamos deixar o terminal e o pessoal de terra nos apoiará num procedimento manual pra fazer a turbina ‘pegar’. Não se preocupem que é um procedimento normal, digo, tranquilo.”

Don Rodriguez matuta: “Caraca, vão fazer o avião pegar no tranco!!! Será que vão pedir pra gente descer e empurrar esse trem?”

O procedimento manual funcionou e lá se foi D. Rodriguez pra oito horas de viagem. Problemita foi que tinha reunião marcada pra 2.5h após a aterrissagem. Com o atraso de 2h, D. Rodriguez perdeu a primeira reunião. Por sorte, o cliente estava de bom humor e aceitou reagendar a reunião. Mesmo assim estava apertado pra 2a. reunião que era logo em seguida à primeira. Don Rodriguez se troca dentro do táxi mesmo, a la Clark Kent, e vai direto pro cliente. Conversa vai, conversa vem o cliente confidencia: “D. Rodriguez, estamos procurando um produto que lava, passa, cozinha e faz cafuné mas não pode custar mais de 50 dólares que o nosso orçamento tá limitado”. E D. Rodriguez pensa com os seus botões: “Mas se o cara sabe que eu vendo a Barsa…”, mas acaba dizendo: “Deixa levar suas necessidades pra área de produtos pra saber se tem alguma coisa no nosso plano de novos produtos que cumpre com os seus requerimentos”.

Frustado, D. Rodriguez vai para a sua 2a. reunião (que era pra ter sido a primeira). O cliente até que gostou da Barsa, fez várias perguntas e no final proclama: ”Manda pra mim um catálogo com mais informações pra eu poder apresentar o seu produto internamente. Se a chefia gostar, a gente abre uma concorrência e vc pode competir com o seu produto.”  D. Rodriguez fica meio jururu e bate um papo com os botões do terno: ”Pô, concorrência? Vai vir a barsa da China na metade do meu preço…”

Saindo da reunião, aparece a oportunidade de conversar com um representante que poderia revender a Barsa de D. Rodriguez. O potencial representante convida D. Rodriguez pra almoçar num lugar chinfrim que só vendo. E pra piorar, D. Rodriguez pede um fusilis que estava mais pra fuzil. Tava de matar! Exausto, D. Rodriguez volta pro hotel e resolva tirar um cochilo pra se recompor da noite mal dormida e da correria das reuniões. Acaba acordando muito tarde e decide comer algo no restaurante do hotel.

Quando ele estava voltando pro quarto, seu chefe liga e diz: “Consegui uma reunião pra vc amanhã. Cliente quentíssimo. Mas vc vai ter que viajar amanhã de manhã cedinho pra dar tempo.” Saiu na chuva é pra se queimar. Com isso, D. Rodriguez teve que acordar às 4:30 da manhã pra poder pegar seu vôo. Dessa vez, nada de contratempos. Chega a tempo e a reunião vai bem. Ao final, D. Rodriguez pergunta se o cliente tem algum comentário final e o cliente diz: “Gostamos do seu produto. Mas o problema é que seu concorrente já veio aqui e, além de ter um produto equivalente, já ofereceu 50 amostras grátis. Se vc quer ter uma chance, vai ter que oferecer algo mais atrativo ainda.” E esse era o cliente quentíssimo que o chefe tinha conseguido. ;-(

Resumo da ópera: D. Rodriguez dormiu 2 noites no avião e 4:30h em um hotel, não conseguiu correr nenhum dia e além de não ter vendido uma mísera enciclopédia, vai ter que voltar pra empresa pra convencer o pessoal a fazer um produto que não existe e dar alguns de graça para talvez vender algo só no ano que vem.

Pois é. Essa vida de viajante não é tão glamourosa como parece…

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O Susto, A Decepção, O Saudosismo e A Loucura

Publicado por satrijoe em 01/11/2009

Hj foi dia de longão. O planejamento era de 16km. Tinha voltado tarde pra casa ontem por causa das comemorações de Halloween, programei o despertador do celular e capotei. Depois de algumas tentativas frustradas de acordar (eu coloco mais de um despertador no celular pra não ter o risco de perder totalmente o horário), saí da cama e fui pro meu ritual matutino. Qdo olhei pra janela, me assustei: O sol já estava alto! Achei estranho mas só qdo olhei pro relógio da cozinha é que entendi o que tinha acontecido. Entramos no horário de inverno nos EUA, ou seja, atrasaram o relógio em uma hora. Ganhei uma hora a mais de sono mas vi que ia ter que lidar com um sol forte.
Acabei não acordando minha filha pra correr comigo. Ela brincou bastante no Halloween e como andava com a garganta irritada, achei melhor poupá-la do meu treino. Saí tranquilo, e encontrei mais pessoas na rua diferentemente dos meus treinos normais qdo em geral não vejo ninguém. Nos longões, meu objetivo tem sido de fazer 6 min/km e esse foi o tempo do km 1. Normalmente vou mais lento mas me sentia bem e decidi me soltar. Logo depois do km 2, perdi o ritmo da minha respiração (comecei a alternar a respiração pelo nariz e boca), o que me deixou meio preocupado pq sabia que ia me atrapalhar mais pra frente.
Fiz os 6 km seguintes entre 5:28 e 5:43 (nada mal) e nesse ponto tinha programado fazer minha primeira hidratação. Caminhei por uns 100m enquanto tomava meu gatorade. Senti que não estava a mesma coisa no recomeço e fui indo no ritmo que conseguia. Fiz o que pude até o km 10 mas não teve jeito. Voltei a caminhar pra me recompor. Foram uns 300m. No novo recomeço, fui decidido a ir devagar, sem forçar. Em alguns momentos parecia que estava rastejando e confesso que os últimos 2km foram difíceis mas fui na raça até terminar. Fiquei meiobastante decepcionado por ter ido tão mal na 2a. metade do treino, mas explicaçõesdesculpas não faltaram: Sol, Halloween, respiração incorreta e “forçada” nos primeiros 7 km. Fazer o quê. Valeu pra conhecer um pouco melhor meus limites. Resta treinar mais pro próximo.

Na parte final do longão, comecei a sentir uma dor no abdômen (além de um princípio de cãimbra). Fiquei pensando qdo tinha sido a última vez que tinha sentido algo parecido. Tive que voltar vários anos no passado (não vou falar quantos se não vou me deprimir! rs), e lembrar dos meus tempos de 7a./8a. série. Naquela época, tinha pelo menos um bimestre (ou seria trimestre?) no qual a avaliação da educação física consistia no famoso teste de cooper. Corríamos em volta da quadra de vôlei e, se não me engano, pra tirar um C era necessário dar pelo menos 30 voltas. Tive bronquite qdo era pequeno e meu fôlego sempre foi péssimo. Resultado: Nesses bimestres, eu chegava no C com muito esforço (pra dizer a verdade, acho que tive que ser “ajudado” pelo menos uma vez pelo professor…). Eram nestes testes de Cooper que eu sentia essa dor no abdômen, bem na boca do estômago. Pra quem sofria pra correr 2100m, até que não está mal chegar nos 16km tanto tempo depois. Fiquei com saudade daquela época, e deu até vontade de voltar no tempo para ver como eu me sairia com o condicionamento físico de hj. Fica pra imaginação/fantasia.

Chegando em casa, baseado no que vi no desafio do Dean Karnazes e no feedback de um colega, decidi experimentar colocar meus pés numa bacia com água e gelo para melhorar a recuperação. Caraca, que loucura! Tentei 3 vezes e não consegui ficar mais de 1 minuto em cada uma delas. Como é que o pessoal consegue encarar isso?

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Nota: Meu colega reportou 3:33:06 na maratona de Nova York. Acima da sua melhor marca (3:26) mas totalmente dentro da sua previsão (3:30-3:40). Ele foi um relógio.  O Sérgio Xavier fechou em 3:36:49 . Pelo visto ele cansou a partir do KM 35 mas mesmo assim um tempo super-respeitável. Parabéns aos dois!!! O Marilson desistiu pq sentiu dores musculares e ia fazer um tempo ruim (2:17 – Segundo seu técnico. Realmente muito ruim! rs).

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Google Perdido & Outros Pitacos

Publicado por satrijoe em 30/10/2009

Santo Google é meu guia (chega a ser um mantra! rs)! Mas outro dia, vendo as estatísticas do meu blog, não pude deixar de dar risada. Uma das buscas foi “como consertar o odometro da BMW”. Imagina o coitado que foi buscando isso e veio cair no meu blog!
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Esta semana andei surfando pela net buscando mais detalhes de como foi o desafio 600K sob o ponto de vista de quem participou. A maior fonte de informação foi o Harry Thomas Jr. que com seus textos bem humorados ilustrou com muitos detalhes a sua participação. Achei muuuuuito legal. Acho que ainda está faltando um último trecho. Tb li o relato da Ana Paula Alfano (gostei bastante tb) e o comecinho do que reportou o Iuri Totti (Blog Pulso - o Globo). São relatos que mostram a entrega, o sofrimento, a felicidade, mas acima de tudo o amor pela corrida. Ainda estou esperando o relato da Yara Achoa tb. Se alguém souber de outros relatos, por favor avisem.
Tudo muito empolgante. Espero que tenha inspirado muita gente. Com certeza, me inspirou!
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Andei rateando no posts a respeito da fórmula um. Não escrevi nada sobre a corrida no Japão e, pior, tb não escrevi nada sobre a corrida no Brasil. Uma vergonha.

Nesse meio tempo, o Jenson Button acabou se tornando o campeão por antecipação. Não é um cara que empolga, mas tenho que reconhecer que fez uma corrida muito boa em Interlagos, fazendo algumas ultrapassagens até ousadas pra galgar as posições que lhe garantiriam o campeonato. É um campeão merecido. Soube ganhar no início do campeonato quando tinha um equipamento muito superior aos concorrentes, administrou da metade pra frente e voltou a ser combativo pra ganhar o campeonato.

Neste fim de semana, acontece a última etapa em Abu Dhabi. Acho que o pessoal anda prestando pouca atenção à corrida em si. Estão todos mais preocupados com a definição de equipes e pilotos para o ano que vem. O que interessa para os brasileiros: Massa na Ferrari, Barrichello na Williams (ainda a ser anunciado) e Bruno Senna na Campos (novata). Lucas Di Grassi e Nelsinho Piquet estão negociando.
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Este fim de semana tem Halloween. Minha filha já escolheu uma fantasia no estilo Anime. Coitada da minha esposa que teve que sair procurando todos o material pra compor esta fantasia. Ainda estou esperando pra saber qual vai ser a minha fantasia. A chefa é quem vai decidir. Já fui surfista e tb já saí de black power. Já imaginou um japa nestes trajes, né?
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Finalmente, voltando às corridas, neste domingo rola a maratona de Nova York em sua 40a. edição. Um colega de trabalho vai estar correndo. Esse cara é uma referência pra mim. Espero que dê tudo certo pra ele. Seu objetivo é algo entre 3:30 e 3:40. Ele deu a dica que vc pode acompanhar os corredores durante a prova. Basicamente eles tem um sisteminha que vai mandando e-mails conforme o corredor passa por pontos de controle. Estou seguindo ele, o Marilson (nosso bi-campeão) e o Sérgio Xavier do blog Correria/Runner’s World.
(Pos-edicao: Nao posso deixar de mencionar que o amigo Tuco de Curitiba vai fazer seu primeiro Triathlon. Sucesso pra vc, Tuco!!!)

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iPod Capenga Ajuda Treino

Publicado por satrijoe em 29/10/2009

Hoje de manhã decidi fazer um treino de tiro, ou algo do estilo. Programei meu Garmin pra 1.5km de aquecimento e depois 6 tiros de 500m (intercalados com 500m de trote para recuperação) mais um
“desaquecimento” pra completar 8km.

Segui a dica de um colega mais experiente no uso do Garmin e consegui reprogramar as zonas de pace, que antes não serviam de nada pra mim, para que marcassem o ritmo dos meus tiros. Assim, consegui deixar programado pra fazer os tiros entre 5:00 e 5:30 (como falei, tiro bem modesto, mas condizente com as minhas limitações de pangaré-corredor). A recuperação ficou programada pra cair na faixa de 6:00 e 6:30.

Na verdade, não era bem o meu iPod que estava capenga, mas sim o fone de ouvido. O lado esquerdo parou de sair som então passei o treino inteiro ouvindo Mono e não estéreo, o que de uma forma foi bom pq assim eu conseguia escutar o Garmin avisando que precisava correr mais rápido pra ficar dentro do ritmo programado. Vejam os paces:
#1: 4:51 / 6:32 (tiro/recuperação)
#2: 5:08 / 6:25
#3: 5:02 / 6:33
#4: 4:59 / 6:33
#5: 5:04 / 6:37
#6: 4:27 / 6:51
Média de 163 bpm (pico de 188 bpm)

Acho que valeu pra melhorar um pouco minha velocidade, principalmente se comparar com o treino da 3a. feira no qual o objetivo era manter um pace de 5:30/km por 5km e só fiz isso no último km.

Esta semana temos 2 visitas de amigos, fora a máquina de lavar que quebrou e ainda por cima tem as festividades do Halloween. Rotina, que rotina?

Bons treinos!

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Torcendo à Distância – Desafio Nike 600k – Longão

Publicado por satrijoe em 26/10/2009

Neste fim de semana rolou a já famosa Nike Human Race, com diversas corridas por várias cidades do mundo. Confesso que deu até vontade de participar de última hora mas fiquei meio decepcionado com a falta de clareza no site da Nike. Não sabia se haveria corrida aqui na minha região e por isso nem me inscrevi. Acho que foi melhor.

Aproveitei e fiz meu longão de 15km com a minha filha de companhia na bicicleta. Fiquei surpreso com a disposição dela. Avisei que tinha que acordar “cedo” no domingo pra não ter que correr debaixo de sol forte e foi ela quem me acordou às 6 da manhã. Gastamos um tempinho indo até o posto de gasolina pra encher os pneus da bicicleta dela (e os do carro tb!) e voltamos pros prepativos finais (leia-se: WC). Por sorte, o dia esteve nublado durante todo o percurso, aliviando bem pra mim. Foi razoavelmente tranquilo cobrir a distância. Caminhei 2 vezes pra me reidratar mas sinto que poderia ter ido sem parar se quisesse. Já minha filha disse que nem suou! Pra ela foi uma oportunidade para ver a decoração de Halloween da vizinhança. Tem gente que capricha. Quem sabe na próxima tiramos algumas fotos pra rechear o blog.

Voltando ao tema da torcida: Neste domingo, tb foi o encerramento do desafio Nike 600km SP-RJ para 21 equipes (de algumas cidades/regiões, assessorias esportivas e outras), após 3 dias de muita luta, garra e sofrimento. Fiquei acompanhando pelo twitter e pelo site da Nike. Pelas fotos e vídeos deve ter sido de arrepiar. Conhecendo meus limites, realmente acho que não teria a menor condição de ter participado mas fiquei com aquela vontade de estar lá, in loco, para sentir a energia de toda a galera que fez parte dessa aventura. Como a única pessoa que eu conhecia entre os participantes era a Yara Achoa, fiquei torcendo pela equipe Imprensa. O grupo foi sabendo que iria ficar em último mas fiquei muito contente já que por alguns quilômetros eles chegaram a sair dessa posição. Devem ter vibrado muito com essa mini-vitória!

Aproveito pra deixar um protesto aqui. Assisti ao esporte espetacular ontem, que chegou a fazer uma chamada com imagens falando do evento. Só que daí entrou a cobertura da Stock Car e em seguida veio uma longa entrevista com o atacante Petkovic do Flamengo e… acabou o programa. Simplesmente não mostraram a reportagem dos 600km. Fiquei frustradíssimo.
(Pós-edição: Pelo visto a reportagem só não passou na Globo internacional. O Wladimir Azevedo encontrou a reportagem no site da Globo e pude assistir. Segue o vídeo pra quem quiser dar uma olhadinha clique no link abaixo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1147552-7824-REPORTERES+DA+TV+GLOBO+ENCARAM+OS+DESAFIOS+DA+CORIDA+K,00.html
Se alguém souber de algum DVD com a cobertura completa do evento, por favor me avisem. Vou querer comprar.

Da próxima vez que estiver em Sampa, vou convidar a Yara (e quem mais se interessar) pra um jantar pra ela poder contar todas as histórias (que não devem ser poucas) sobre essa experiência única!

O mundo corre!

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